9 de jul de 2013

Crônica: A mulher de trinta anos

Virei uma balzaquiana...

Não li o livro. Não sei quando o farei. Não tenho muita paciência para esse senhor. Mas adoro os clássicos.

Ainda sou uma menina com pantufas de bichinho, que gosta de ler livros infantis e juvenis. Que ama colecioná-los.

Ainda sou aquela que adora dormir, sonhar, adora pelúcias e rir com meu amor.

Ainda sou menina. Não me sinto diferente. Nada passou pelos meus olhos como quem pensa “nossa quanta cousa aconteceu”. Simplesmente dormi e acordei mais velha.

Meu irmão riu e eu disse que as dores nas costas estranhamente começaram naquela manhã. Mas não foi bem assim. Elas já são minhas há tempos. Não gosto delas e grito para quem quiser levá-las. Quem quer ter dores nas costas? Ou melhor, quem quer ter dores em quaisquer lugares? Eu não. Então, como ninguém quer minhas dores nas costas e elas precisam de costas, ficarei com essas danadas até que um remédio santo apareça e desapareça com elas.

Mas ainda não sei o que isso muda. Me sinto como antes, com 29.   

4 comentários:

  1. Trinta é uma idade linda. Não é que mude muito, mas tem lá o seu encanto. É como se a gente adquirisse uma credencial para ser ainda melhor.
    Quando foi a minha vez, escrevi no blog também, um texto chamado "Aos Trinta Anos".
    Parabéns.
    Abraços
    Fernanda Coelho
    aencantadoradepalavras.blogspot.com.br

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    Respostas
    1. Geralmente, quando passamos por essas mudanças de idades - como com 15 anos -, parece que algo grandioso vai acontecer, acho até que esperamos lá no fundo isso, mas tá tudo na mesma =D

      Obrigada e bjos!

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  2. Trinta anos... metade de uma vida. Parabéns e sucesso.

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  3. Eu ainda tô nos 28, mas gosto bastante do mantra "30 é a idade do sucesso", do filme De Repente 30. hahahahaha É só ficar repetindo sem parar. =D

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